quinta-feira, 23 de outubro de 2014

EBOLA, TESTE RÁPIDO PARA DIAGNOSTICAR O VÍRUS, RESULTADO DO EXAME EM POUCOS MINUTOS.


Parecido com os tradicionais Testes de Gravidez que encontramos hoje em dia nas farmácias, poderá, em breve, permitir que o médico possa ter o diagnóstico do vírus ebola liberado rapidamente, e neste caso com a possibilidade de ser realizado fora do espaço físico do laboratório, no próprio local que o paciente estiver, sem a necessidade de transportes de amostras.
Mais de 4.500 pessoas foram mortas por Ebola desde o início do ano, quase todos eles na África ocidental.
kits experimentais já deve estar disponível para países atingidos pelo Ebola no final de outubro, para ensaio clínico, disse representantes da Comissão de Energia Atômica da França (CEA).
Anticorpos monoclonais que reagem à presença de vírus em uma pequena amostra, que pode ser uma gota de sangue, plasma ou urina é a base metodológica para o teste rápido ebola.
A empresa Vedalab, uma das grandes produtoras de testes rápidos, deve trazer o produto para o mercado em breve. O ensaio é para a chamada Ebolavirus Zaire, a estirpe que agora circulam na África Ocidental.
Hoje, os testes com base em análises genéticas do vírus, exigem equipamento automatizado, levando mais de 2 horas para ser liberado, além de pessoal treinado.
Outras equipes farmacêuticas também estão trabalhando em ferramentas de diagnóstico rápido para Ebola. Incluem Primerdesign, uma empresa spin-off da Universidade britânica de Southampton, e Corgenix Medical Corp dos Estados Unidos.


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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Trabalhador deve seguir regras para que atestado médico/odontológico seja aceito


Atestado médico tem regras para ser aceito (Foto: Reprodução / EPTV)






Empregado tem direito a dia abonado por consulta com médico ou dentista.

Quadro 'Sua Chance' explica direitos e deveres na hora de emitir documento.


Diante de um problema de saúde que impossibilite o empregado de trabalhar é direito dele ter a falta abonada por um atestado médico ou odontológico. Mas há regras para que o documento seja validado pela empresa, inclusive nos casos de filhos e pais do funcionário, que dependem de acompanhamento médico ou dentista. Não basta, por exemplo, simplesmente solicitar o documento para um médico ou dentista escolhido aleatoriamente para a consulta. É preciso respeitar uma ordem estabelecida na legislação para que o atestado seja recebido sem problemas. E, do outro lado dessa história, funcionários que se sentirem prejudicados podem recorrer, individualmente ou com ações em grupo no Ministério Público do Trabalho. O quadro "Sua Chance" explica cada situação.
Em uma emergência, o socorro mais rápido é o que conta para o trabalhador que precisar de uma justificativa. Mas em outros casos, menos graves, o trabalhador precisa ficar atento ao médico, ou dentista, que ele irá se consultar. Segundo a advogada trabalhista de Campinas Laura Fanelli, a lei diz que, para que o atestado seja aceito, ele precisa ser emitido preferencialmente por um médico ou dentista da empresa, ou do convênio, seguido por uma instituição da Previdência Social, serviço social, depois rede pública e, por último, em consulta particular.
O trabalhador que precisar de mais de 15 dias de afastamento é encaminhado para o INSS. Isso também acontece se ele precisou de vários atestados em um curto período de tempo. A empresa pode somar os dias de faltas e, se ultrapassar 15, solicitar uma perícia ao INSS.
Acompanhamento de filhos e pais
A lei não prevê o direito de ter a falta no trabalho abonada para acompanhar filhos e pais em consultas médicas ou odontológicas ou outros procedimentos, mas a advogada afima que os tribunais têm entendido que existe um direito. "A lei é omissa, mas há precedentes no Tribunal Superior do Trabalho que levam em conta os princípios de garantir bem estar ao menor e ao idoso, e também a responsabilidade social da empresa, e têm ficado do lado do trabalhador", explica.
Para o cozinheiro Francisco da Rocha, que passou por essa situação diversas vezes com o filho, o empregador deve aceitar. "A empresa tem que reconhecer o lado do profissional", afirma.
No entanto, a advogada afirma que o costume de abonar as faltas por causa de dependentes costuma estar explícito no regulamento interno da empresa, afinal é uma necessidade compreendida na maioria dos casos. Agora, se a companhia decidir não aceitar mais o atestado emitido por esse motivo, deve avisar a todos os funcionários de forma clara, o que não impede que o trabalhador recorra se sentir que foi prejudicado.
O que deve constar
No documento, em papel timbrado, devem constar nome completo do trabalhador, data e hora do atendimento, a necessidade da ausência e o período de afastamento determinado pelo médico ou dentista. O nome do profissional da saúde deve estar legível e acompanhado da assinatura e do número do registro no conselho. Segundo a advogada, é comum as empresas solicitarem o código da Classificação Internacional de Doenças (CID), mas essa informação não é obrigatória.
"O CID é sigiloso. Só deve constar no atestado médico mediante autorização do paciente. Dependendo do problema de saúde, o profissional pode se sentir constrangido", afirma. A única pessoa da empresa que tem o direito de saber é o médico ou dentista da companhia, que pode solicitar o código diretamente para o médico que fez o atendimento, sem ferir a ética médica.
Se a empresa desconfia que o documento pode ser falso, ela pode entrar em contato diretamente com o médico ou dentista que consta no atestado. Ele pode confirmar as informações sobre a consulta e o problema de saúde em questão. Lembrando que o funcionário que falsificar este documento pode ser demitido por justa causa.
Como recorrer se a empresa não aceitar
O problema é que, algumas vezes, a empresa se recusa a aceitar o documento, mesmo que ele esteja correto. O trabalhador pode recorrer por meio do Ministério do Trabalho e Emprego, no sindicato da categoria ou ingressar com uma reclamação trabalhista na Justiça. Se outros empregados da mesma companhia também se sentiram prejudicados com a negativa da empresa, eles podem entrar com uma ação no Ministério Público do Trabalho (MPT)
De acordo com o MPT-15 que atua na região de Campinas, 25 inquéritos foram instaurados para investigar entidades que se recusaram a aceitar atestados médicos/odontológicos dos funcionários nos últimos quatro anos. As denúncias podem ser feitas pelo site www.prt15.mpt.mp.br.
A maior parte dos processos acaba sendo individual, segundo o MPT. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª região informou que não há um registro específico dos processos por esse motivo para contabilizar o número de casos.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

MUITO TEMPO NO CELULAR LENDO EMAILS, REDES SOCIAIS, CAUSA STRESS. VEJA COMO MEDIR E CONTROLAR O TEMPO DE USO

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Ficar muito tempo no celular acessando Twitter, Facebook, Instagram, Email, whatsapp e sites, conferindo diversos aplicativos ao longo do dia, esta rotina pode causar um aumento do nível de estresse. Quantas horas ou minutos, poderia usar telefone sem trazer prejuízos para a saúde? Realmente é uma tarefa difícil determinar um tempo exato.
Será que depende de cada pessoa? Para alguns, ficar com o  telefone celular na mão acessando as redes sociais, 3, ou 4 horas por dia, não teria efeito adverso, mas para outras pessoas ficar 2 horas por dia usando seu smartphone, seria terrível, extremamente prejudicial.
Se você nem sabe quantas horas fica no celular durante o dia, pra variar, tem alguns aplicativos que executam esta tarefa e entregam o resultado.
Seria interessante medir o tempo, passar a observar como está seu nível de estresse no final do dia, mais estressado quando usou por menos tempo o celular, ou quando teve mais tempo de uso. Monitore, compare, mude, pode ser útil para sua saúde.
Para algumas pessoas usar o aparelho por pouco tempo é o que as deixa estressadas. Se esquecer o celular em casa, o estresse vai nas alturas, mesmo que, ao longo do tempo, seja mais prejudicial do que benéfico, e nem percebem.
Jonas Comstock, do mobihealthnews, citou dois aplicativos que poderiam ser usados para saber quanto tempo passamos no celular, um deles é o Checky, (iOSAndroid) é uma aplicação simples que informa aos usuários quantas vezes já verificou o telefone hoje, e mapeia onde foi verificado durante todo o dia.
Para ser mais exato quanto ao tempo, o aplicativo, Moment, dá a quantidade de tempo que o usuário gasta em seu telefone. Enquanto Checky é livre, Momento é $4.99, o Moment não apenas monitora, mas você determina quanto tempo poderá usar o telefone durante o dia, ao final do período ele emite um alarme avisando que você passou do período de tempo predeterminado usando o telefone.
Na mesma linha do Moment, tem também o BreakFree ele monitora o tempo de uso e mostra o nível de vício ou de uso, além de tarefas como desligar internet, e outras, um bom app. O Menthal também é um app que faz um o trabalho de monitoramento e fornece detalhes sobre o uso.
Comstock, citou também um estudo publicado na revista Nature, sobre uma condição conhecida como “insônia tecnológica”, sugere que a exposição excessiva à luz artificial de telas de dispositivos, especialmente quando visto antes de dormir, jogou fora os ritmos circadianos, o que torna mais difícil para as pessoas conseguirem dormir.
O ideal realmente é monitorar, avaliar, alterar rotinas, e se mesmo assim o estresse ainda estiver alto, procure ajuda de um profissional médico para que ele possa fazer um acompanhamento minucioso e propor mudanças ou medicamentos, se for o caso.


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

SAÚDE BUCAL DOS BRASILEIROS



Saiba mais sobre o impacto da doença bucal na população Brasileira






O Brasil é um dos países com maior número de cirurgiões-dentistas, de faculdades de Odontologia, e de indústrias de material e equipamentos odontológicos. Ainda assim, muita gente só procura o cirurgião-dentista quando sente dor. A saúde bucal costuma ser dada como certa, mas, sendo parte essencial para nossa vida - podendo ser porta de entrada para muitas outras doenças graves -, merece mais atenção.

Uma boa saúde oral contribui para que possamos nos expressar com clareza, provar, mastigar, salivar e sorrir - mostrando nossas emoções por meio da expressão facial. Entretanto, diante de uma doença bucal - seja ela uma lesão por cárie, seja uma gengivite ou um câncer de boca -, as pessoas sentem-se imediatamente abatidas, com impacto na vida social, profissional e nos relacionamentos íntimos. Daí a importância de cuidar dos dentes desde muito cedo.

Problema que pode ser facilmente prevenido em todas as idades, a cárie ainda causa muita dor no povo brasileiro - principalmente na infância e pré-adolescência -, sendo também responsável em grande parte pela abstinência escolar, diminuição do apetite, dificuldade de concentração e baixa autoestima. Ainda não conseguimos mensurar o quanto isso impacta a qualidade de vida do indivíduo e das pessoas que o cercam. Mas, é possível ter uma ideia do prejuízo para a vida de cada um. Nesse sentido, por mais que as políticas públicas garantam maior presença de flúor na água que abastece grande parte dos lares brasileiros, é muito importante um acompanhamento odontológico - sem negligenciar o fato de que a cárie é um problema que acomete muitos adultos também.

Já a doença periodontal - sendo a gengivite a mais comum - é uma infecção causada por bactérias, que vai se infiltrando no tecido gengival até atingir o osso. Não raro, a pessoa se dá conta da gravidade do que está acontecendo somente quando percebe que o dente amoleceu ou que está mais difícil mastigar alimentos sólidos. Em muitos casos, o diagnóstico é dado junto com a sentença de que o dente tem de ser extraído. Além disso, a doença periodontal pode estar conectada diretamente com alguma outra condição da saúde do paciente, como diabetes, cardiopatias, infecções nos pulmões, etc. Vale dizer que pacientes fumantes têm três vezes mais chances de contrair uma gengivite em relação aos não-fumantes.

Outro dado alarmante que pode e deve ser combatido é o surgimento de pelo menos dez mil novos casos de câncer de boca no Brasil todos os anos. Quando o diagnóstico é feito precocemente, a cura pode ser total. Entretanto, em 85% dos casos o diagnóstico ainda é feito numa fase avançada da doença. Muitas são as pessoas com mais de 50 anos que desconhecem a importância de visitar pelo menos uma vez por ano o cirurgião-dentista e os principais sintomas do câncer de boca: surgimento de feridas que não cicatrizam dentro de uma semana, manchas brancas, vermelhas ou pretas, além de dificuldade de deglutição e sangramento.

Por mais que tenham aumentado as ações midiáticas e políticas públicas na área da Saúde Bucal, esse rápido panorama nos mostra o quanto a população ainda é impactada pelas doenças orais e o quanto a solução depende do esclarecimento e da iniciativa de cada um, no sentido de prestar mais atenção nos cuidados pessoais, na higiene bucal diária, no acompanhamento regular de um profissional de Odontologia. 

Fonte: Odonto Magazine


quinta-feira, 3 de julho de 2014

ODONTOLOGIA E SAÚDE MENTAL


A cirurgiã-dentista Danielle Ramos fala sobre o cuidado odontológico para os pacientes com transtorno mental.


 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças e transtornos mentais afetam mais de 400 milhões de pessoas em todo mundo. No Brasil, a estimativa é de que 23 milhões de pessoas passem por tais problemas. O atendimento às pessoas com transtornos mentais no Brasil, por décadas, esteve centrado no hospital, por meio de internações prolongadas, mantendo o paciente afastado de seu âmbito familiar e social.

A partir de 1970, com a Reforma Psiquiátrica, ficou claro que a proposta do cuidar é muito mais ampla, assumindo o compromisso de reintegrar o sujeito à sociedade, resgatando a cidadania. As principais ações preconizadas pela Reforma Antimanicomial são: a diminuição progressiva dos leitos psiquiátricos e a criação dos Centros de Atenção Psicossocial - CAPS.

Os (CAPS) são serviços de saúde destinados a acolher os pacientes com transtornos mentais graves, apoiá-los em suas iniciativas de busca da autonomia e lhes oferecer acompanhamento multiprofissional. Sua característica principal é buscar integrá-los a um ambiente social, familiar e cultural, designado como seu "território", o espaço da cidade onde se desenvolve a vida cotidiana de usuários e familiares.

Tais iniciativas trouxeram à tona novas estratégias voltadas à reabilitação psicossocial de pessoas em sofrimento mental, propondo a valorização do cuidar e uma nova forma de pensar no processo saúde-doença. Nesse sentido, há necessidade de construção de redes de cuidado e um trabalho interdisciplinar para que o tratamento em saúde mental se dê de forma integral.

Falando em integralidade do cuidado, não podemos deixar de pensar na saúde bucal. Os pacientes com transtorno mental podem ser considerados como de alto risco para patologias bucais, principalmente para doença cárie e periodontal.

Estas alterações são resultados de uma associação de fatores, tais como: prejuízo nos hábitos de higiene bucal; danos psicomotores; dificuldades na coordenação motora para realização da higiene; diminuição do fluxo salivar, devido ao uso de medicamentos; e dificuldade de acesso aos serviços odontológicos.

A dificuldade de acesso aos serviços ocorreu em virtude do mito que os pacientes com transtorno mental são sempre agressivos e que não colaboram com a execução de procedimentos odontológicos. Com a mudança do modelo assistencial embasado em um tratamento humanizado e resgate da cidadania, o atendimento odontológico passou a fazer parte do cuidado integral. É importante ressaltar que o cirurgião-dentista deve contar com o apoio da equipe multiprofissional e conhecer as características e particularidades de cada caso.

Assim, a criação de ações preventivas em saúde bucal se torna de extrema importância, pois o cuidar de pessoas em sofrimento mental vai além de todo aparato técnico. É necessário entender suas singularidades, envolver os usuários e familiares, motivando-os a cuidar da higiene bucal, oferecendo um atendimento humanizado e acolhedor e estabelecendo uma relação de confiança e respeito.

terça-feira, 13 de maio de 2014

MAU HÁLITO NA TERCEIRA IDADE




Estudo aponta para a necessidade da prevenção tanto em idosos quanto para quem está em processo de envelhecimento.

Boa higiene bucal, saliva adequada (em quantidade e qualidade) e o cuidado com a saúde em geral são fundamentais para prevenir o mau hálito na terceira idade, de acordo com a pesquisa da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), realizada durante o ano de 2013, com 252 idosos em todo o país.

De acordo com o IBGE, a projeção é de que a população de idosos no Brasil esteja em torno de 14% em 2025, o que colocará o país em sexto lugar em números absolutos no mundo. Diante dessa realidade é primordial garantir a esta população não apenas uma sobrevida maior, mas também uma boa qualidade de vida. No entanto, o aumento da idade está diretamente associado às doenças crônicas, responsáveis pelo grande número de medicamentos consumidos. Esta é uma das principais causas da halitose na terceira idade, entre outras que apareceram na pesquisa "Mau Hálito no Idoso", cujo objetivo foi analisar o problema por meio de um questionário para pessoas entre 60-65 anos (42,6% dos participantes) a 91-100 anos (0,4%).


Resultados
Entre eles, 60% afirmaram consumir mais de dois medicamentos por dia, e quase 82% ao menos um fármaco diário. Muitos destes medicamentos, como os antidepressivos e anti-hipertensivos, afetam a salivação e podem causar cáries, biofilme lingual (conhecido popularmente como saburra), boca seca e ardência. Os principais problemas de saúde apontados foram: pressão alta (55,82%), colesterol (32,13%), insônia (27,31%), problemas estomacais (26,10%), diabetes (25,70%), depressão (21,69%), prisão de ventre (18,47%), além de outros (12,05%). Lembrando que, muitos idosos se esquecem de citar medicamentos e problemas de saúde. O diabetes mellitus, por exemplo, causa alterações metabólicas e químicas resultantes da produção de acetona (hálito cetônico) e pode afetar a cicatrização bucal.

Queixa comum entre os idosos, a boca seca foi relatada por 70% dos entrevistados; desses, 45% disseram sentir a boca "sempre" seca. É um dos principais fatores do mau hálito, já que reduz a capacidade de autolimpeza bucal, favorecendo a ação de bactérias e a formação de compostos mal cheirosos.

Quando acumuladas sobre a superfície da língua, estas bactérias formam uma camada esbranquiçada - o biofilme lingual, ou saburra. Dos entrevistados, 50% disseram perceber o biofilme lingual "às vezes" ou "sempre" (levando em conta que nem todas as pessoas observam a língua, o que leva a crer em um número maior).

Quase 70% dos idosos disseram roncar "sempre" ou "às vezes", o que causa uma maior descamação da mucosa bucal, levando à formação do biofilme lingual.

Embora uma das principais queixas relatadas por mais de 60% das pessoas tenha sido um gosto desagradável ou "metálico", esta alteração não causa necessariamente mau hálito, embora possa deixar esta impressão.


Frequência da escovaçãoDe acordo com a pesquisa, 78,86% dos idosos entrevistados conservaram a dentição natural, apesar da alta prevalência do uso de próteses removíveis (65,84%), o que sugere que muitas vezes alguns dentes possam ter sido perdidos por cárie, periodontite etc.

Sobre a frequência da higiene bucal, 60% disseram escovar os dentes três ou mais vezes ao dia, contra 40% que afirmaram realizá-la apenas uma ou duas vezes. O que só reforça a conclusão da pesquisa de que, para mudar essa realidade, as ações educativas não só para a terceira idade, como para quem ainda está em processo de envelhecimento, são de extrema importância para a prevenção do mau hálito.