quinta-feira, 15 de janeiro de 2015


INGLÊS RECUPERA PARTE DA VISÃO COM IMPLANTE DE DENTE

Em uma cirurgia longa e rara, um britânico recuperou 40% da visão depois de um implante de córnea artificial feito a partir de um dente
Um homem de 43 anos recuperou parte da visão depois de passar por um implante de córnea artificial feita a partir de um dente
Foto: Sergieiev / Shutterstock
Parece coisa de filme, mas acredite, é possível, em alguns casos, que uma pessoa que esteja cega recupere parte da sua visão a partir do fragmento de um dente. Essa possibilidade foi exposta para o mundo pelo canal britânico BBC que produziu um documentário sobre um homem de 43 anos que recuperou parte da visão depois de passar por um implante de córnea artificial feita a partir de um dente. 
Ian Tibbetts contou que teve a córnea destruída e ficou cego depois que sofreu um acidente de trabalho. A partir daí, recorreu a vários tratamentos para recuperar a visão, mas todos foram em vão. Até que resolveu tentar o inovador procedimento Osteo-Odonto-Queratoprótese (OOKP) em um hospital da Inglaterra. 
“Esse procedimento, ainda inédito em muitos países, deve servir como último recurso para tentar fazer o paciente recuperar a visão ou parte dela. Ele só deve ser considerado em organismos que já rejeitaram transplantes de córneas”, diz o oftalmologista Johannes Abdouni. 
Como é possível? 
Para realizar essa cirurgia (que durou meses) foi preciso dividi-la em duas partes. Primeiro os médicos extraíam um dente (o canino) e uma parte do maxilar de Tibbetts e o recortaram até conseguirem obter as dimensões parecidas com a de uma córnea. Em seguida, foi feito um pequeno furo para colocarem uma lente com uma broca dentro dele. 

Feito isso, esse dente (em forma de córnea) com a lente foi colocado embaixo de um dos olhos do britânico e lá ficou por meses para que ele permanecesse vascularizado e criasse todos os tecidos necessários para a próxima etapa. “A escolha de colocar esse fragmento de dente dentro do olho foi uma opção para que, mais para frente, a rejeição do organismo pudesse ser menor”, diz Johannes. 
Por fim, os médicos removeram a córnea danificada do britânico e colocaram o dente-lente no centro do olho, alinhado com a retina. Como Johannes disse, por ter sido criado a partir de tecidos do próprio paciente, o risco de rejeição ficou bem pequeno. Depois desse procedimento, Tibbetts recuperou cerca de 40% da visão, e os médicos acreditam que o quadro dele deva melhorar ainda mais com o tempo. 
Cada dia mais comum
Embora ainda bastante raro (somente cerca de 600 cirurgias foram realizadas até hoje no mundo), esse procedimento não é tão novo assim. Ele foi criado na Itália em 1963 e, ao longo dos anos, foi se tornando mais conhecido principalmente em países da Europa e Ásia.“Eu não tenho conhecimento desta prática aqui no Brasil, pois acredito que não haja estudos científicos que garantam sua eficácia, sendo ainda um procedimento um pouco ousado”, diz Johannes. 


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICAM AS CORES NAS EMBALAGENS DE CREME DENTAIS?



corescremedental
Você já se deu conta que há uma cor diferente na parte inferior de cada tubo de creme dental? Já parou para pensar no que quer dizer? Um boato na internet diz que as cores correspondem ao método pelo qual cada produto é fabricado:
Verde: seriam Natural.
Azul: seria medicina natural.
Vermelho: seria natural + composição química.
Preto: seria totalmente composição química.
Na verdade, não existe produto fabricado que seja 100% natural. Se é fabricado, se é transformado, então não é natural… Esse boato, portanto, é falso.
As cores estampadas nos tubos, são, na verdade, uma marca que serve de guia para as maquinas de envasamento. É que nas fábricas, os cosméticos são embalados em máquinas de alta velocidade que se baseiam nessas marcas para alinhar e “saberem” onde soldar e fechar a embalagem.
Além disso as marcas possuem cores diferentes, pois são impressas com uma das cores usadas na arte da embalagem. Os produtores das embalagens dão preferência para uma das cores mais escuras presentes para que haja maior contraste em relação à área onde está sendo impressa.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

CÂNCER DE BOCA É O 5º MAIS COMUM ENTRE HOMENS NO BRASIL E CRESCE POR FALTA DE PREVENÇÃO


Uso do cigarro e do álcool são os principais fatores de risco da doença

  • Getty Images

    • O câncer oral ou de boca envolve a região
      dos lábios e a cavidade interior da boca

      O cigarro e o álcool, além de potencializar o aparecimento de várias doenças, são os principais fatores de risco de câncer de boca – doença agressiva que pode mutilar o rosto e matar.
      No Brasil, este é o quinto tipo de câncer mais comum entre os homens. Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) estimam que surgirão 14.120 novos casos de câncer de boca no país somente em 2010, dos quais 10.330 em homens e 3.790 em mulheres.
      Os homens são as principais vítimas, pois costumam fumar e beber mais. No entanto, com a mudança de hábitos, a doença também se alastra entre as mulheres. Atualmente é o sétimo tipo de câncer mais comum entre elas. Em 2007, era o oitavo.
      Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 43% das mortes por câncer em todo o mundo são causadas pelo consumo do tabaco, do álcool, por maus hábitos alimentares e de estilo de vida e infecções.
      O câncer oral ou de boca envolve a região dos lábios e a cavidade interior da boca. Isto é, podem afetar as bochechas, língua e embaixo dela (assoalho), o céu da boca (palato duro) e as amídalas. Em casos mais extremos, quando há metástase, pode chegar à região da orofaringe (pescoço) e subir para o rosto.
      Segundo Teresa Márcia Nascimento de Morais, consultora da Associação Brasileira de Odontologia, quem fuma tem 25 vezes mais chance de ter doenças na boca do que os não fumantes, o que pode piorar com a ingestão de bebidas alcoólicas.

      Isso acontece porque o tabaco e o álcool causam alterações nas células da mucosa da boca e da pele, capazes de acelerar o crescimento das células cancerígenas e aumentar as chances de lesões e tumores.
      Quem deve detectar essa anormalidade é o cirurgião dentista, após biópsia. Teresa orienta a procurar um deles ao perceber ferida, nódulo, lesão ou manchas avermelhadas, escuras ou esbranquiçadas na boca, que não cicatrizaram em uma semana.

      Prevenção
      A lógica da prevenção é a mesma de outros tipos de câncer. Quanto antes identificado, melhor, pois isso pode evitar o tratamento com quimioterapia e radioterapia, e aumentar as chances de cura, explica a dentista.
      - Quando o câncer é detectado nos estágios mais avançados, a pessoa pode perder completamente áreas expostas da face, como o nariz, queixo, olho, orelhas. É um tratamento que mutila e impede o convívio social.
      Se tratado logo no início, a chance de cura chega a quase 80%, segundo dados da OMS.
      A exposição ao sol sem proteção também aumenta as chances de adquirir o câncer de lábios, o carcinoma de boca mais comum entre os brasileiros. Segundo a cirurgiã dentista Denise Abranches, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que trabalha no setor de Estomatologia (especialidade que estuda doenças da boca) do Hospital São Paulo, pessoas que trabalham ao ar livre, como garis, trabalhadores rurais e motociclistas, costumam ser vítimas. A falta de informação, segundo ela, ajuda na descoberta tardia do diagnóstico.
      Pesquisas internacionais já associaram a prática do sexo oral ao câncer de boca. No entanto, os especialistas consultados pelo R7 afirmam que isso não é comprovado.
      Para orientar a população, Denise e sua equipe desenvolveram um site com dicas de prevenção ao câncer de boca que mostra o quanto a ação do paciente influencia de forma decisiva para evitar o problema.
      - Deixar de fumar, beber, usar o protetor solar labial e ir ao dentista a cada seis meses são as medidas principais. Mas manter uma dieta saudável e evitar o uso de próteses e dentes que machucam a mucosa também são medidas preventivas eficazes, além do  autoexame na boca.
      O autoexame é indicado para homens e mulheres acima de 40 anos, fumantes e usuários de bebida alcoólica. Veja como fazê-lo no vídeo abaixo, elaborado pela equipe da Unifesp.

      Tratamento
      O tratamento do câncer de boca é multidisciplinar, ou seja, depende da ação conjunta do dentista e do cirurgião de cabeça e pescoço, além do apoio de fonoaudiólogo e mesmo de um psicólogo, quando a cirurgia deforma o rosto do paciente. Segundo Onivaldo Cervantes, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, o procedimento adotado no tratamento depende da gravidade do tumor, ou seja, se é inicial (menor de 4 cm), médio (até 4 cm) e avançado (acima de 4 cm).
      Nos casos mais simples, a cirurgia pode acabar com a doença, ao retirar o tumor. No entanto, se há presença de tumor na região cervical (pescoço), é necessária a cirurgia para retirada, conhecida como esvaziamento cervical, se houver chance dele se espalhar.
      Quando o câncer se espalha, a cirurgia de retirada pode significar a remoção de algumas partes da face, deixando o paciente literalmente mutilado. Por isso, muitas vezes a operação envolve a necessidade de reconstituição facial feita pelo próprio cirurgião dentista e, em alguns casos, com auxilio do cirurgião plástico.
      Após essa cirurgia, é comum o paciente ter dificuldades de fala, sanadas com orientação de um fonoaudiólogo. Um psicólogo pode ser necessário também.
      - Em casos de cirurgia radical, quando o tumor se espalha, pode acontecer de ser retirada toda a língua, o lábio, axila. São partes que serão reconstruídas com músculo retirado de outras partes do corpo e enxertos. Usamos também a fíbula para refazer a mandíbula ou próteses.
      Vale lembrar que durante o tratamento, o paciente pode ter dificuldade ou mesmo ficar impossibilitado de comer. Por vezes pode ser alimentado por uma sonda ligada entre o nariz e o estômago ou outra ligada diretamente ao órgão. Nos casos extremos, o paciente pode morrer de desnutrição. O corpo desnutrido e debilitado por um tumor também aumenta as chances de morte.

      Fonte:Camila Neumam, do R7


      terça-feira, 4 de novembro de 2014

      PASTAS DENTAIS REALMENTE CLAREIAM OS DENTES?

      Pastas dentais realmente clareiam os dentes?




      Pastas dentais que prometem o clareamento, clareiam mesmo os dentes?

      Se você é do tipo de pessoa que raramente escova os dentes, que vive de refrigerantes, bolachas, salgadinhos (de saquinhos), que nunca passa fio dental, toma café a toda hora, a resposta é SIM.
      Após uma escovação bem feita, qualquer dente fica mais branco!
      Mas, hoje em dia o comum é ver comercial de pastas dentais que prometem sorriso branquíssimo e hálito mais do que puro, o que fará você conquistar em segundos a pessoa mais bonita e interessante do mundo.

      E qual a verdade por trás desses cremes dentais branqueadores?

      Segundo o jornal da ABO (associação Brasileira de Odontologia), os cremes dentais com essa função apresentam abrasivos que exercem um leve polimento superficial nos dentes, removendo manchas SUPERFICIAIS. 
      Esses produtos devem ser vistos como coadjuvantes na manutenção do efeito clareador conseguido com as técnicas realizadas pelo profissional de Odontologia e não como clareadores.
      Um lançamento interessante é um creme dental que possui um efeito instantâneo de branqueamento percebido logo após a escovação. A percepção de um sorriso mais branco acontece pela presença de pigmento azul em sua fórmula, este produz uma espuma que forma um filme sobre os dentes.

      Conclusão:
      Esses produtos podem sim alterar a cor dos dentes, mas não devemos esperar mudanças expressivas. É importante lembrar que o uso desses produtos deve ser alternado com outros de abrasividade menor, para NÃO agredir a camada de esmalte em longo prazo.

      Conselho: Nem pense em usar produtos caseiros para branquear seus dentes, tais como o bicarbonato. Se você escovar os dentes com bicarbonato, irá remover a camada de esmalte.
      Limão também causa abrasão.
      Esqueça essa ideia!


      O melhor:
       Procure um dentista e faça um polimento, uma profilaxia. Faça um clareamento se desejar. E para manter os resultados, use as pastas dentais branqueadoras, mas não por muito tempo!



      Baseado no artigo especial "Clareamento, o cartão de visita da Odontologia", do jornal da ABO* (número 125, p. 8 - maio/junho 2010).
      ABO*: Associação Brasileira de Odontologia

      quinta-feira, 23 de outubro de 2014

      EBOLA, TESTE RÁPIDO PARA DIAGNOSTICAR O VÍRUS, RESULTADO DO EXAME EM POUCOS MINUTOS.


      Parecido com os tradicionais Testes de Gravidez que encontramos hoje em dia nas farmácias, poderá, em breve, permitir que o médico possa ter o diagnóstico do vírus ebola liberado rapidamente, e neste caso com a possibilidade de ser realizado fora do espaço físico do laboratório, no próprio local que o paciente estiver, sem a necessidade de transportes de amostras.
      Mais de 4.500 pessoas foram mortas por Ebola desde o início do ano, quase todos eles na África ocidental.
      kits experimentais já deve estar disponível para países atingidos pelo Ebola no final de outubro, para ensaio clínico, disse representantes da Comissão de Energia Atômica da França (CEA).
      Anticorpos monoclonais que reagem à presença de vírus em uma pequena amostra, que pode ser uma gota de sangue, plasma ou urina é a base metodológica para o teste rápido ebola.
      A empresa Vedalab, uma das grandes produtoras de testes rápidos, deve trazer o produto para o mercado em breve. O ensaio é para a chamada Ebolavirus Zaire, a estirpe que agora circulam na África Ocidental.
      Hoje, os testes com base em análises genéticas do vírus, exigem equipamento automatizado, levando mais de 2 horas para ser liberado, além de pessoal treinado.
      Outras equipes farmacêuticas também estão trabalhando em ferramentas de diagnóstico rápido para Ebola. Incluem Primerdesign, uma empresa spin-off da Universidade britânica de Southampton, e Corgenix Medical Corp dos Estados Unidos.


      Read more: http://www.plugbr.net/ebola-teste-rapido-para-diagnosticar-o-virus-resultado-do-exame-em-poucos-minutos/#ixzz3H17WW6uw


      segunda-feira, 6 de outubro de 2014

      Trabalhador deve seguir regras para que atestado médico/odontológico seja aceito


      Atestado médico tem regras para ser aceito (Foto: Reprodução / EPTV)






      Empregado tem direito a dia abonado por consulta com médico ou dentista.

      Quadro 'Sua Chance' explica direitos e deveres na hora de emitir documento.


      Diante de um problema de saúde que impossibilite o empregado de trabalhar é direito dele ter a falta abonada por um atestado médico ou odontológico. Mas há regras para que o documento seja validado pela empresa, inclusive nos casos de filhos e pais do funcionário, que dependem de acompanhamento médico ou dentista. Não basta, por exemplo, simplesmente solicitar o documento para um médico ou dentista escolhido aleatoriamente para a consulta. É preciso respeitar uma ordem estabelecida na legislação para que o atestado seja recebido sem problemas. E, do outro lado dessa história, funcionários que se sentirem prejudicados podem recorrer, individualmente ou com ações em grupo no Ministério Público do Trabalho. O quadro "Sua Chance" explica cada situação.
      Em uma emergência, o socorro mais rápido é o que conta para o trabalhador que precisar de uma justificativa. Mas em outros casos, menos graves, o trabalhador precisa ficar atento ao médico, ou dentista, que ele irá se consultar. Segundo a advogada trabalhista de Campinas Laura Fanelli, a lei diz que, para que o atestado seja aceito, ele precisa ser emitido preferencialmente por um médico ou dentista da empresa, ou do convênio, seguido por uma instituição da Previdência Social, serviço social, depois rede pública e, por último, em consulta particular.
      O trabalhador que precisar de mais de 15 dias de afastamento é encaminhado para o INSS. Isso também acontece se ele precisou de vários atestados em um curto período de tempo. A empresa pode somar os dias de faltas e, se ultrapassar 15, solicitar uma perícia ao INSS.
      Acompanhamento de filhos e pais
      A lei não prevê o direito de ter a falta no trabalho abonada para acompanhar filhos e pais em consultas médicas ou odontológicas ou outros procedimentos, mas a advogada afima que os tribunais têm entendido que existe um direito. "A lei é omissa, mas há precedentes no Tribunal Superior do Trabalho que levam em conta os princípios de garantir bem estar ao menor e ao idoso, e também a responsabilidade social da empresa, e têm ficado do lado do trabalhador", explica.
      Para o cozinheiro Francisco da Rocha, que passou por essa situação diversas vezes com o filho, o empregador deve aceitar. "A empresa tem que reconhecer o lado do profissional", afirma.
      No entanto, a advogada afirma que o costume de abonar as faltas por causa de dependentes costuma estar explícito no regulamento interno da empresa, afinal é uma necessidade compreendida na maioria dos casos. Agora, se a companhia decidir não aceitar mais o atestado emitido por esse motivo, deve avisar a todos os funcionários de forma clara, o que não impede que o trabalhador recorra se sentir que foi prejudicado.
      O que deve constar
      No documento, em papel timbrado, devem constar nome completo do trabalhador, data e hora do atendimento, a necessidade da ausência e o período de afastamento determinado pelo médico ou dentista. O nome do profissional da saúde deve estar legível e acompanhado da assinatura e do número do registro no conselho. Segundo a advogada, é comum as empresas solicitarem o código da Classificação Internacional de Doenças (CID), mas essa informação não é obrigatória.
      "O CID é sigiloso. Só deve constar no atestado médico mediante autorização do paciente. Dependendo do problema de saúde, o profissional pode se sentir constrangido", afirma. A única pessoa da empresa que tem o direito de saber é o médico ou dentista da companhia, que pode solicitar o código diretamente para o médico que fez o atendimento, sem ferir a ética médica.
      Se a empresa desconfia que o documento pode ser falso, ela pode entrar em contato diretamente com o médico ou dentista que consta no atestado. Ele pode confirmar as informações sobre a consulta e o problema de saúde em questão. Lembrando que o funcionário que falsificar este documento pode ser demitido por justa causa.
      Como recorrer se a empresa não aceitar
      O problema é que, algumas vezes, a empresa se recusa a aceitar o documento, mesmo que ele esteja correto. O trabalhador pode recorrer por meio do Ministério do Trabalho e Emprego, no sindicato da categoria ou ingressar com uma reclamação trabalhista na Justiça. Se outros empregados da mesma companhia também se sentiram prejudicados com a negativa da empresa, eles podem entrar com uma ação no Ministério Público do Trabalho (MPT)
      De acordo com o MPT-15 que atua na região de Campinas, 25 inquéritos foram instaurados para investigar entidades que se recusaram a aceitar atestados médicos/odontológicos dos funcionários nos últimos quatro anos. As denúncias podem ser feitas pelo site www.prt15.mpt.mp.br.
      A maior parte dos processos acaba sendo individual, segundo o MPT. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª região informou que não há um registro específico dos processos por esse motivo para contabilizar o número de casos.