quinta-feira, 21 de agosto de 2014

SAÚDE BUCAL DOS BRASILEIROS



Saiba mais sobre o impacto da doença bucal na população Brasileira






O Brasil é um dos países com maior número de cirurgiões-dentistas, de faculdades de Odontologia, e de indústrias de material e equipamentos odontológicos. Ainda assim, muita gente só procura o cirurgião-dentista quando sente dor. A saúde bucal costuma ser dada como certa, mas, sendo parte essencial para nossa vida - podendo ser porta de entrada para muitas outras doenças graves -, merece mais atenção.

Uma boa saúde oral contribui para que possamos nos expressar com clareza, provar, mastigar, salivar e sorrir - mostrando nossas emoções por meio da expressão facial. Entretanto, diante de uma doença bucal - seja ela uma lesão por cárie, seja uma gengivite ou um câncer de boca -, as pessoas sentem-se imediatamente abatidas, com impacto na vida social, profissional e nos relacionamentos íntimos. Daí a importância de cuidar dos dentes desde muito cedo.

Problema que pode ser facilmente prevenido em todas as idades, a cárie ainda causa muita dor no povo brasileiro - principalmente na infância e pré-adolescência -, sendo também responsável em grande parte pela abstinência escolar, diminuição do apetite, dificuldade de concentração e baixa autoestima. Ainda não conseguimos mensurar o quanto isso impacta a qualidade de vida do indivíduo e das pessoas que o cercam. Mas, é possível ter uma ideia do prejuízo para a vida de cada um. Nesse sentido, por mais que as políticas públicas garantam maior presença de flúor na água que abastece grande parte dos lares brasileiros, é muito importante um acompanhamento odontológico - sem negligenciar o fato de que a cárie é um problema que acomete muitos adultos também.

Já a doença periodontal - sendo a gengivite a mais comum - é uma infecção causada por bactérias, que vai se infiltrando no tecido gengival até atingir o osso. Não raro, a pessoa se dá conta da gravidade do que está acontecendo somente quando percebe que o dente amoleceu ou que está mais difícil mastigar alimentos sólidos. Em muitos casos, o diagnóstico é dado junto com a sentença de que o dente tem de ser extraído. Além disso, a doença periodontal pode estar conectada diretamente com alguma outra condição da saúde do paciente, como diabetes, cardiopatias, infecções nos pulmões, etc. Vale dizer que pacientes fumantes têm três vezes mais chances de contrair uma gengivite em relação aos não-fumantes.

Outro dado alarmante que pode e deve ser combatido é o surgimento de pelo menos dez mil novos casos de câncer de boca no Brasil todos os anos. Quando o diagnóstico é feito precocemente, a cura pode ser total. Entretanto, em 85% dos casos o diagnóstico ainda é feito numa fase avançada da doença. Muitas são as pessoas com mais de 50 anos que desconhecem a importância de visitar pelo menos uma vez por ano o cirurgião-dentista e os principais sintomas do câncer de boca: surgimento de feridas que não cicatrizam dentro de uma semana, manchas brancas, vermelhas ou pretas, além de dificuldade de deglutição e sangramento.

Por mais que tenham aumentado as ações midiáticas e políticas públicas na área da Saúde Bucal, esse rápido panorama nos mostra o quanto a população ainda é impactada pelas doenças orais e o quanto a solução depende do esclarecimento e da iniciativa de cada um, no sentido de prestar mais atenção nos cuidados pessoais, na higiene bucal diária, no acompanhamento regular de um profissional de Odontologia. 

Fonte: Odonto Magazine


quinta-feira, 3 de julho de 2014

ODONTOLOGIA E SAÚDE MENTAL


A cirurgiã-dentista Danielle Ramos fala sobre o cuidado odontológico para os pacientes com transtorno mental.


 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças e transtornos mentais afetam mais de 400 milhões de pessoas em todo mundo. No Brasil, a estimativa é de que 23 milhões de pessoas passem por tais problemas. O atendimento às pessoas com transtornos mentais no Brasil, por décadas, esteve centrado no hospital, por meio de internações prolongadas, mantendo o paciente afastado de seu âmbito familiar e social.

A partir de 1970, com a Reforma Psiquiátrica, ficou claro que a proposta do cuidar é muito mais ampla, assumindo o compromisso de reintegrar o sujeito à sociedade, resgatando a cidadania. As principais ações preconizadas pela Reforma Antimanicomial são: a diminuição progressiva dos leitos psiquiátricos e a criação dos Centros de Atenção Psicossocial - CAPS.

Os (CAPS) são serviços de saúde destinados a acolher os pacientes com transtornos mentais graves, apoiá-los em suas iniciativas de busca da autonomia e lhes oferecer acompanhamento multiprofissional. Sua característica principal é buscar integrá-los a um ambiente social, familiar e cultural, designado como seu "território", o espaço da cidade onde se desenvolve a vida cotidiana de usuários e familiares.

Tais iniciativas trouxeram à tona novas estratégias voltadas à reabilitação psicossocial de pessoas em sofrimento mental, propondo a valorização do cuidar e uma nova forma de pensar no processo saúde-doença. Nesse sentido, há necessidade de construção de redes de cuidado e um trabalho interdisciplinar para que o tratamento em saúde mental se dê de forma integral.

Falando em integralidade do cuidado, não podemos deixar de pensar na saúde bucal. Os pacientes com transtorno mental podem ser considerados como de alto risco para patologias bucais, principalmente para doença cárie e periodontal.

Estas alterações são resultados de uma associação de fatores, tais como: prejuízo nos hábitos de higiene bucal; danos psicomotores; dificuldades na coordenação motora para realização da higiene; diminuição do fluxo salivar, devido ao uso de medicamentos; e dificuldade de acesso aos serviços odontológicos.

A dificuldade de acesso aos serviços ocorreu em virtude do mito que os pacientes com transtorno mental são sempre agressivos e que não colaboram com a execução de procedimentos odontológicos. Com a mudança do modelo assistencial embasado em um tratamento humanizado e resgate da cidadania, o atendimento odontológico passou a fazer parte do cuidado integral. É importante ressaltar que o cirurgião-dentista deve contar com o apoio da equipe multiprofissional e conhecer as características e particularidades de cada caso.

Assim, a criação de ações preventivas em saúde bucal se torna de extrema importância, pois o cuidar de pessoas em sofrimento mental vai além de todo aparato técnico. É necessário entender suas singularidades, envolver os usuários e familiares, motivando-os a cuidar da higiene bucal, oferecendo um atendimento humanizado e acolhedor e estabelecendo uma relação de confiança e respeito.

terça-feira, 13 de maio de 2014

MAU HÁLITO NA TERCEIRA IDADE




Estudo aponta para a necessidade da prevenção tanto em idosos quanto para quem está em processo de envelhecimento.

Boa higiene bucal, saliva adequada (em quantidade e qualidade) e o cuidado com a saúde em geral são fundamentais para prevenir o mau hálito na terceira idade, de acordo com a pesquisa da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), realizada durante o ano de 2013, com 252 idosos em todo o país.

De acordo com o IBGE, a projeção é de que a população de idosos no Brasil esteja em torno de 14% em 2025, o que colocará o país em sexto lugar em números absolutos no mundo. Diante dessa realidade é primordial garantir a esta população não apenas uma sobrevida maior, mas também uma boa qualidade de vida. No entanto, o aumento da idade está diretamente associado às doenças crônicas, responsáveis pelo grande número de medicamentos consumidos. Esta é uma das principais causas da halitose na terceira idade, entre outras que apareceram na pesquisa "Mau Hálito no Idoso", cujo objetivo foi analisar o problema por meio de um questionário para pessoas entre 60-65 anos (42,6% dos participantes) a 91-100 anos (0,4%).


Resultados
Entre eles, 60% afirmaram consumir mais de dois medicamentos por dia, e quase 82% ao menos um fármaco diário. Muitos destes medicamentos, como os antidepressivos e anti-hipertensivos, afetam a salivação e podem causar cáries, biofilme lingual (conhecido popularmente como saburra), boca seca e ardência. Os principais problemas de saúde apontados foram: pressão alta (55,82%), colesterol (32,13%), insônia (27,31%), problemas estomacais (26,10%), diabetes (25,70%), depressão (21,69%), prisão de ventre (18,47%), além de outros (12,05%). Lembrando que, muitos idosos se esquecem de citar medicamentos e problemas de saúde. O diabetes mellitus, por exemplo, causa alterações metabólicas e químicas resultantes da produção de acetona (hálito cetônico) e pode afetar a cicatrização bucal.

Queixa comum entre os idosos, a boca seca foi relatada por 70% dos entrevistados; desses, 45% disseram sentir a boca "sempre" seca. É um dos principais fatores do mau hálito, já que reduz a capacidade de autolimpeza bucal, favorecendo a ação de bactérias e a formação de compostos mal cheirosos.

Quando acumuladas sobre a superfície da língua, estas bactérias formam uma camada esbranquiçada - o biofilme lingual, ou saburra. Dos entrevistados, 50% disseram perceber o biofilme lingual "às vezes" ou "sempre" (levando em conta que nem todas as pessoas observam a língua, o que leva a crer em um número maior).

Quase 70% dos idosos disseram roncar "sempre" ou "às vezes", o que causa uma maior descamação da mucosa bucal, levando à formação do biofilme lingual.

Embora uma das principais queixas relatadas por mais de 60% das pessoas tenha sido um gosto desagradável ou "metálico", esta alteração não causa necessariamente mau hálito, embora possa deixar esta impressão.


Frequência da escovaçãoDe acordo com a pesquisa, 78,86% dos idosos entrevistados conservaram a dentição natural, apesar da alta prevalência do uso de próteses removíveis (65,84%), o que sugere que muitas vezes alguns dentes possam ter sido perdidos por cárie, periodontite etc.

Sobre a frequência da higiene bucal, 60% disseram escovar os dentes três ou mais vezes ao dia, contra 40% que afirmaram realizá-la apenas uma ou duas vezes. O que só reforça a conclusão da pesquisa de que, para mudar essa realidade, as ações educativas não só para a terceira idade, como para quem ainda está em processo de envelhecimento, são de extrema importância para a prevenção do mau hálito. 

terça-feira, 8 de abril de 2014

SOBRE CLAREADORES DENTAIS





Em 25 de março, na capital federal, aconteceu a 5ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Agência Nacional e Vigilância Sanitária - ANVISA, a fim de tratar de diversos assuntos, dentre eles a proposta de Consulta Pública para edição da RDC que dispõe sobre o controle de agentes clareadores dentais.

O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) esteve presente na reunião, representado por Dr. Wilson Chediek, Presidente da Comissão de Ética e pela advogada do CROSP, Roberta Rizzo. Ainda, compareceu o Dr. Samir Najjar, Presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal e representantes da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) e de empresas do ramo.

Desde 2011, o CROSP, o Conselho Federal de Odontologia (CFO), a Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD), Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas (ABCD), a ABIMO e alguns de seus associados atuaram em conjunto para auxiliar a ANVISA na construção de regulamentação apropriada sobre o controle e comercialização dos agentes clareadores.

Na reunião da Diretoria Colegiada da ANVISA (DICOL), o relator do processo e Diretor Presidente da ANVISA, Dr. Dirceu Brás Aparecido Barbano, apresentou publicamente a proposta de resolução a ser encaminhada para Consulta Pública, manifestando, prontamente, seu posicionamento de aprovação do texto final para consulta à população.

O texto apresentado prevê que a comercialização dos agentes clareadores que possuem em sua composição acima de 3% de peróxido de carbamida ou peróxido de hidrogênio, se dará somente sob a prescrição de cirurgião-dentista, com comercialização garantida aos profissionais através dos fabricantes ou distribuidores, mediante a apresentação de documento de registro no Conselho Regional de Odontologia da jurisdição em que atua.

A proposta foi aprovada por unanimidade pela DICOL, de forma que a diretoria manifestou evidente preocupação com a comercialização e uso indiscriminado dos agentes clareadores por leigos que desconhecem os efeitos danosos do produto sem a devida indicação, prescrição e acompanhamento por cirurgião-dentista.
Os técnicos da ANVISA reiteraram que o uso indiscriminado de agentes clareadores pode trazer danos reversíveis e irreversíveis à saúde bucal da população, como é o caso de problemas periodontais, perda óssea e radicular, sensibilidade dental e, nos casos mais gravosos, a perda do elemento dentário.

Com a aprovação unânime do texto, a Consulta Pública deverá ser publicada no site da ANVISA em breve e ficará disponível para apreciação por 60 (sessenta) dias. Após esse prazo, a ANVISA considerará as sugestões apresentadas e elaborará o documento final da Resolução que será publicado e vigorará como regra quanto ao controle dos Agentes Clareadores. "Esse já seria um grande avanço, pois com a obrigatoriedade da prescrição os clareadores dentais apenas poderão ser comercializados em farmácias e sem exposição nas prateleiras", diz o Dr. Wilson Chediek.

Outros itens do documento que abordam rotulagem, embalagem, retenção de receita no ato da compra, entre outros, serão debatidos durante a consulta pública.

Vale frisar, por fim que, desde 2011 o CROSP vem insistindo junto à ANVISA sobre a necessidade da regulamentação dos agentes clareadores em benefício e proteção à saúde da população. Com o compromisso do ministro da saúde, Arthur Chioro, em menos de três meses no cargo, houve a priorização do assunto em pauta e agora os cidadãos e os profissionais da Odontologia poderão receber o benefício da norma que visa, evidentemente, à proteção da saúde.
Fonte: CROSP

terça-feira, 1 de abril de 2014

A IMPORTÂNCIA DO PRE-NATAL ODONTOLÓGICO




No período da gestação, tornou-se cada vez mais comum o trabalho em conjunto entre diversas especialidades da área da saúde para promover o bem-estar da mãe e do bebê. A Odontopediatra, área ainda pouco conhecida, adota cuidados com a saúde da gestante e do bebê, sendo responsável pelo pré-natal odontológico ou odontologia intrauterina. 

Segundo Déborah de Carvalho Gimenes, Odontopediatra da clínica Ética Saúde Bucal, para beneficiar a saúde do bebê, a gestante deve fazer o pré-natal odontológico, quando receberá orientações sobre o controle da placa bacteriana, por meio da escovação correta, do uso do fio dental e uso adequado do flúor. Caso seja necessário também pode se submeter a tratamento dentário.

A especialista explica que hábitos e doenças da gestante podem prejudicar a formação dos dentes da criança. Ela orienta que sejam realizadas até quatro consultas com orientações odontológicas especiais durante a gravidez. 

Quando estes cuidados não acontecem durante a gestação, há riscos de descalcificação da estrutura dental, o que acarreta no surgimento de cáries, que é uma doença infecta-transmissível, causada por bactérias existentes na cavidade bucal e que gera uma transmissão de mãe para filho através da saliva.


ProblemasAlgumas pesquisas científicas apontaram bebês prematuros e com baixo peso em mães que apresentaram saúde bucal insuficiente durante a gestação. Grávidas com o problema periodontal apresentam 3,5 vezes maior probabilidade de terem seus bebês com baixo peso e prematuros, isto pode se sedimentar no fato de mulheres grávidas com problemas de gengiva, e que apresentam níveis acentuados de prostaglandinas, que é um potente indutor de parto prematuro, no fluido gengival.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PESQUISA VAI MAPEAR A FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS NO BRASIL




Primeira etapa: análise de dados de municípios com mais de 50 mil habitantes

O Centro Colaborador do Ministério da Saúde em Vigilância da Saúde Bucal (CECOL), da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, vai coordenar uma pesquisa para identificar a cobertura de fluoretação na água de abastecimento público das cidades brasileiras. A adição controlada do flúor é uma das medidas de prevenção à cárie dentária.

O trabalho tem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Saúde, com a participação de instituições públicas e privadas dos 26 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal. A previsão é que a pesquisa seja concluída até 2016.

"Na primeira etapa serão avaliados os dados de municípios com mais de 50 mil habitantes. Será feita uma busca documental sobre a fluoretação e naqueles municípios em que não houver informações consistentes, será feita a coleta da água e encaminhada para análise laboratorial.

Essa fase da pesquisa deve ser finalizada no segundo semestre de 2014 e, em seguida, será feito o levantamento em cidades com menos de 50 mil habitantes. Os dados disponíveis hoje sobre a fluoretação no País estão defasados e não há muito detalhamento. As informações deveriam ser fornecidas pelos próprios municípios ao Sistema de Informação (SISAGUA) do Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, do Ministério da Saúde, mas mais da metade não alimenta o sistema.

A pesquisa também inclui entrevistas com os representantes dos órgãos de vigilância ambiental de cada Estado para serem identificadas quais as dificuldades para manter o SISAGUA atualizado, se falta capacitação profissional, equipamento ou outros.

Saúde Bucal

De acordo com coordenador do CECOL, professor Paulo Capel Narvai, a cárie dentária é, ainda hoje, um dos grandes problemas de saúde bucal no Brasil. "Apesar de ter melhorado a fluoretação nas águas, a presença de flúor nas pastas de dentes e ações educacionais sobre a higienização da boca, o problema ainda afeta crianças, adultos e idosos, principalmente, de regiões carentes".

Segundo Narvai, os níveis de cáries na população estão relacionados à questão socioeconômica e a diferença pode chegar até a 400% entre dois perfis distintos: o primeiro, branco, vivendo em cidades com mais de 100 mil habitantes da região sul do País, alta escolaridade e renda; o segundo perfil, negro, nordestino, vivendo em áreas rurais de cidades com menos de 5 mil habitantes.

"Entre as medidas conhecidas, a presença controlada do flúor na água é uma das mais recomendadas para enfrentar a cárie. Pesquisas mostram que pessoas expostas a fluoretação, reduzem em 60% a chances de apresentar cárie", conclui Narvai.

Fonte: Assessoria de Comunicação USP/ Foto: Marcos Santos / USP Imagens


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

TRAUMATISMO DENTÁRIO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA


Bitufo, marca de higiene bucal presente no mercado há mais de 25 anos, apresenta medidas preventivas que auxiliam na diminuição dos traumas bucais.

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Ao longo da vida, a criança passa por diversas fases com necessidades e características dentárias diferentes. Ao longo do seu desenvolvimento a criança passa a amplificar suas habilidades motoras, cognitivas e sensoriais, porém, enquanto esse processo ainda não está totalmente completo, ela fica vulnerável a uma série de perigos, que precisam ser monitorados de perto pelos adultos. Tombos, quedas, colisões estão diretamente ligados ao desenvolvimento infantil.
Dentro deste universo tão amplo, os responsáveis também devem se preocupar com traumatismos dentários que podem acometer os pequenos. As causas dos traumatismos são variadas e incluem choques contra superfícies duras, quedas de superfícies elevadas ou da própria altura, colisões com outras crianças, entre diversas outras origens. A manutenção de uma boa higiene bucal desde os primeiros meses de vida auxiliam a evitar trincas e até mesmo a quebra dos dentes.
infantil-1024-300x260A Bitufo possui uma completa linha de produtos infantis elaborada com o apoio de Odontopediatras. Os produtos, que incluem pastas de dente, géis bucais, escovas, entre outros, acompanham todas as fases do desenvolvimento das crianças até a adolescência.
Medidas preventivas podem ser tomadas para diminuir o risco de traumatismos dentários. Desta forma, é muito importante que os pais ou responsáveis estejam atentos às crianças, especialmente, quando elas começam a andar e a correr, ocasiões onde quedas e tombos são mais frequentes. “Após um acidente envolvendo a boca e os dentes, é imprescindível procurar um dentista, pois ele poderá dar um diagnóstico sobre as consequências do acidente, além de indicar o melhor tratamento para o traumatismo”, afirma Dra. Carolina Blum, dentista responsável pela marca Bitufo.
Na linha infantil, a Bitufo possui escovas clássicas e os modelos mais sofisticados, que visam incentivar a escovação e a manutenção da higiene bucal. São diversas escovas dentais com estampas dos personagens Ben 10, Cocoricó e Penélope Charmosa. Já a linha Kids, conta com ventosas que fixam o produto em superfícies lisas.
quadroFonte: Cruz, Eliane Raye Valim e Campos, Vera. Primeiros socorros para os seus filhos: traumatismo dentário: manual prático para pais, professores, técnicos e responsáveis / São Paulo : Santos, 2011.

Fonte: www.odontomagazine.com.br